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Recursos Hídricos – Fábrica

Uso de água

Ao longo dos anos a CENIBRA tem buscado a otimização do processo de produção de celulose. Sempre com o objetivo de reduzir o uso de água, por meio da implantação de projetos ambientais e inovações tecnológicas. Atualmente, 95% do que é captado e utilizado no processo de fabricação da celulose, retorna ao Rio Doce, após passar pela Estação de Tratamento de Efluentes da CENIBRA. A Estação de Tratamento de Efluentes da CENIBRA é composta por sistemas de pré-tratamento, tratamento primário e tratamento secundário, sendo o último por processo biológico de lodo ativado.

 

 

Tratamento

EstacaoTratamentoEfluentes1
O desenvolvimento dos projetos de otimização e as novas facilidades implantadas na ETB proporcionam a estabilidade e a garantia da qualidade dos efluentes tratados ao longo de todo o ano, mantidos rigorosamente abaixo dos limites especificados pela legislação vigente. Além dos recursos tecnológicos, o espírito de equipe envolvendo as áreas de operação, manutenção e engenharia contribuíram de forma decisiva para os excelentes resultados conquistados ao longo dos anos.

Os principais parâmetros de controle no efluente final correspondem à temperatura, pH, sólidos sedimentáveis e suspensos, às Demandas Química (DQO) e Bioquímica (DBO 5 ) de oxigênio, o consumo específico de água industrial e os valores de Haletos Orgânicos Adsorvíveis (AOX).

Os investimentos ambientais na ETB e a eliminação do cloro elementar como agente alvejante na etapa de branqueamento da celulose em 2002 (celulose 100% ECF – Elemental Chlorine Free), proporcionaram um padrão contínuo de melhoria na qualidade dos efluentes hídricos CENIBRA.

Diversos projetos de pesquisa vêm sendo desenvolvidos pela empresa, no sentido de garantir e evidenciar a excelente performance ambiental de seus efluentes hídricos, destacando-se os estudos de biomonitoramento do Rio Doce, onde diversas variáveis biológicas são quantificadas à montante, na zona de mistura e à jusante do emissário geral da fábrica, bem como a avaliação da toxicidade dos efluentes setoriais que compõem o efluente bruto, a caracterização microbiológica dos organismos presentes no tratamento biológico e os trabalhos operacionais para a redução de nutrientes residuais nos efluentes tratados.